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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Tentando entender

Desde pequena aceitar certas verdades não foi fácil, aceitar sim e não até que era fácil, mas compreender a complexidade de uma relação entre pais e filhos e a emoção que existe entre eles nessa cabecinha era meio confuso, então nunca bombardei seus filhos com muitas informações, para uma criança é difícil digeri-las, é diferente de um adulto. Imagens são mais fortes, palavras com entonações firmes as vezes pesa mais do que a própria palavra.

Cresce confusa, perdida em pensamentos únicos que apenas seus botões consegue ouvir, acho que até de entender é difícil, talvés diretamente nem faça sentido. Antes havia falado que o ser humano erra e nesses erros ele aprende e cresce. Caso tenha esse erro outras vezes a falha está muito mais profunda do que se possa imaginar, uma coisa encarnada em algo que não foi assimilado no primeiro erro, vulgarmente conhecido pelo ditado: - Persistir no mesmo erro é burrice.

O problema é que o erro está dentro da pessoa, ninguem pode carrega-lo, ninguém consegue ameniza-lo e está pessoa portadora desse erro, vai ter de levar consigo para o resto da vida, como uma ferida que se tranforma em cicatriz, como uma chaga, uma fenda. Quando envolvemos terceiros no meio disso tudo a coisa fica mais complicada, um erro passa a ser prioridade "pública", exposição, julgamentos, questionamentos, mágoas profundas, ser um pouco cristão e tentar perdoar fica mais difícil quando se tem outros olhos te observando e apontando o dedo em direção a você.

É doloroso.

Estou lendo um livro que não sei se me faz bem ou me faz mal, mas não tinha hora melhor para ele chegar nas minhas mãos.


Ainda posso dizer que te amo

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Meus Erros

Hoje meu quarto está escuro, minha mente está turva, perdi o chão, é tudo como um acidente de avião, ele está caindo, caindo... e agora, hoje eu senti a queda, encontro pedaços de corpos no chão, encontro meu corpo em baixo de muitas ferragens e não consigo me mexer, todo o meu corpo treme, consigo ver minha alma saindo de mim, novamente sinto o nó na garganta e esse nó está parecendo uma corda enrolada no meu pescoço.

Um ser humano erra, eu me sinto mal e ninguem pode imaginar o que eu sinto, meus olhos estão inchados, meu corpo está tremulo ainda... Mas s únnica coisa que penso é que meu amor se foi, se foi com ódio, com rancor, deseja a minha morte e minha desgraça.

Então como alguém já falou, a idade não significa nada, a experiencia de vida perde totalmente o sentido, me vejo como uma criança que faz uma coisa errada e fica de castigo, mas é um castigo eterno, severo e vergonhoso, pedir perdão agora não adianta muito, tentar explicar o que eu sinto e porque errei parece não fazer sentido.

Perdoar alguém pra mim é muito mais fácil do que se perdoar, parece impossível aceitar o meu perdão se o perdão do amor não é cogitado. Então o chão some e como características de uma pessoa fraca eu penso na morte, penso em morrer, porque por mais que eu me esforce em ser um ser racional eu não encontro a solução desse calculo trágico.

Não consigo mais escrever, não consigo pensar, só consigo lamentar minha desgraça e a minha incapacidade de tentar solucionar isso.

PERDÃO!
O que mais eu posso fazer?
Perdão por errar, perdão por te magoar.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Coisas do cotidiano

Rossana Schiaffino

Tem pessoas que se encantam com a rotina e tem pessoas que se cansam dela, ultimamente eu estou encantada e até algumas pessoas se surpreenderiam em saber disso, logo eu, pessoa tão inconstante, tão agitada, tão animada por novidades.

Mas a questão é que a novidade me cansou, a novidade é incrívelmente chata quando passamos a perceber que junto dela vem defeitos, vem desgostos e principalmente a intimidade.

Poderia haver novidade na intimidade? Já que intimidade representa cumplicidade? Tem gente que não precisa de cumplicidade para ser íntima de alguém, eu entendo isso porque já vivi, mas chega um momento que percebemos que isso é cientificamente anormal, porque o máximo que conseguimos é uma dose considerável de dor de cabeça.

Mas não da pra estipular o que é certo e errado, se limitar demais pode bloquear coisas incríveis, afinal de contas não existe o ser perfeito, se existir (coisa que acho difícil) seria chato e eu particularmente gosto mesmo é das pessoas complicadas, das que carregam consigo defeitos, traumas, nóias, doenças, loucuras, acho que as pessoas mais normais que conheci não passaram de contatos artificiais comigo, ou melhor, superficiais. 

Não sei se é um ditado ou sei lá o que, mas tem algo que fala que atraimos o que somos, eu não acredito muito bem nisso e talvés por isso não consigo lidar muito bem com algumas pessoas. Por exemplo, eu não sou a pessoa mais desconfiada do mundo, mas conheço muita gente que desconfia da própria sombra, então esse exemplo quebra a teoria desse ditado.

Eu conheço pessoas agressivas, e o máximo de agressividade que consegui expressar foi quebrar o óculos escuro do meu namorado. Não que isso seja justificável, mas quero dizer que nunca arrumei briga, nunca fiz barraco e nunca quebrei uma mesa em um bar. Não acho que isso seja bonito, mas ninguém está aqui na terra para fazer julgamento das atitudes das pessoas. Pena que existam pessoas que tenham prazer de fazer isso.

Sinceramente?

Eu acho graça disso tudo.


Sobre Rosanna Schiaffino

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

eu mando, tu manda ele manda

Já escovou os dentes?
Já olhou o facebook?
Já comeu?
Já bebeu água?
Já tomou os remédios?
Já dormiu?
Já acordou?
Já estudou?
Já beijou o capeta?
Já transou com o satanás?
Já piscou os olhos?
Já mijou?
Já cagou?
Já vomitou?
Já bateu punheta pra vizinha?
Já namorou a pomba gira?
Já desejou a tua amiga?
Já pensou em fazer sexo em cima de uma bananeira?

Já... já.. já???


  • Tem que responder tudo isso?
           R: NÃO!


domingo, 12 de dezembro de 2010

Roda Gigante

Quem ja andou em uma roda gigante e não sentiu medo?

Eu morro de medo de altura e por mais que eu admire esportes que requer resistencia ao medo de altura eu me sinto incapaz de pratica-los. Me arrisco em uma montanha russa, roda gigante, mas não posso negar que saio com as pernas bambas, a roda gigante não nos permite esquecer da altura em nenhum minuto, pq todo o seu processo é assim, já a montanha russa chega uma hora que da até pra se acostumar com o medo.

E sou assim, com algumas pessoas. Tem gente que não da pra brincar.

Acho que é melhor evitar fazer alguns comentários, afinal descobri que tem gente lendo isso aki que por sinal deveria ser pouquissimas pessoas.

Tem pessoas que nos faz esquecer o frio na barriga de medo, tem gente que consegue nos manter com o frio na barriga a todo instante.

Meu pai consegue deixar todo mundo com o frio na barriga.

É apenas um exemplo.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Coloca tudo num liquidificador e desunera o coração

Nó na garganta é um termo muito bom pra expressa muitos sentimentos. Medo, angustia, tristeza, se pudesse colocar palavras como essas dentro de um liquidificador e liquidifica-las, sairia outra chamada sofrimento, só que sofrimento ainda é um sentimento e quando essas palavras perdem o sentido é porque alguma coisa aconteceu, ou não existe lucidez para distinguir ou então sobra um vazio gigantesco no lugar que antes era conhecido como coração.

Fica complicado sonhar, planejar, colocar os pés no chão todo dia para ir trabalhar, imaginando que em algum momento você vai se deparar com pedaços que sobraram de uma esperança. Você pensa em chorar pra se cansar e parar, mas não desce mais lágrimas, dai volta o nó na garganta filho da puta que te deixa com ódio porque ele não sai, ele fica ali o tempo todo e dessa vez eu não estou falando de refluxo, sim estou até, mas nada de organico, meu refluxos são de remorço, de burradas e idiotices.

Não da mais pra se matar uma hora dessas, mamãe já se apegou muito a mim e papai me ama, também tenho uma cachorra que amo, mas calma ai...eu esqueci de uma coisa, eu não tenho mais 17 anos e nem escuto mais clarice... meu nível de idiotice alcançou o Jeff Buckley e é a 20° vez que eu escuto "Last Goodbye".

Hoje já é amanhã, mas pra mim hoje continua sendo o ontem, meu olho ainda ta ardendo, não sei mais se é de sono ou se é de choro. 


É bom as vezes chorar até cansar, mas eu fico muito lerda.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010


Me fez atrevida...Me fez bandida
Apaga minha fogueira
Desça minhas ruas
Procure-me, me encontre e me encante
Explores meus vales, becos, picos e cume
Não há perigo em chegar
Não sou metade, não sou pedaço...sou inteira
Moleca sapeca, menina faceira
Rola comigo na cama, incendeia
Você ressurge como lobo faminto
E na fonte da adolescência madura
O sonho acontece!
Sinto-te além do olhar
Sangro tua pele com minhas garras
Cravo os dentes no teu peito
Tua mão invade...
Estou oferecida, estou safada
No teu corpo, virei bandida
Todos os delitos quero cometer
Amar, beijar, sugar, entrar
Desbravar ...sentir....gozar
E de novo, teu corpo tatuar
Fui...mas hei de voltar

by Rozeli Mesquita.http://www.poemas-de-amor.net/blogues/rozeli_mesquita_sensualle

domingo, 14 de novembro de 2010

Não deixe a peteca cair

Meu irmão eu não quero transformar esse blog em um site de auto-ajuda, eu não acredito muito nisso apesar de achar legal, uma vez eu comprei um livro que tinha historinhas bem legais, o nome do livro é Maktub, é um livro do Paulo Coelho, na época eu gostava de Paulo Coelho, li um livro dele que me deixou encantada com a história durante muito tempo o nome do livro é Nas Margens do rio Piedras eu sentei e chorei...

Sinopse:
Pilar e o seu companheiro conheceram-se ainda durante a sua infância, mas a vida separou-os quando eram adolescentes. Só onze anos mais tarde se voltam a encontrar. Ela é agora uma mulher a quem a vida ensinou que tinha de ser forte e não dar a conhecer os seus sentimentos. Ele é um homem capaz de fazer milagres que espera encontrar na religião respostas para as suas dúvidas e os seus conflitos. Une-os a vontade de mudar e de correr atrás dos próprios sonhos, de encontrar um caminho diferente. Mas para o conseguirem terão de ultrapassar muitos obstáculos interiores como o medo da entrega, a culpa e o preconceito. Decidem então viajar para uma pequena ilha situada nas montanhas e percorrer o difícil caminho de reencontro com a verdade.
As vezes nesses livros nós encontramos ensinamentos interessantes, as vezes frases lindas que nunca vamos usar, tem livros que nós faz viajar junto com o enredo....
Comecei a falar sobre isso porque continuando com o teste que fiz em mim mesma desde sexta-feira percebi que o teste é falho desde o primeiro momento que eu decidi coloca-lo em prática, porque a idéia do teste é a minha tentativa de afirmar alguma coisa, mas essa alguma coisa não existe, porque desde sempre eu não queria fazer o teste, mas senti necessidade para provar a mim mesma que sou forte, e a minha fortitude se desmorona em vômito...

Minha mente parecia lúcida, mas o meu corpo não respondia a voz que saia de dentro dela. Não queria acordar, tinha uma mosca me perturbando, quando ela foi embora eu levantei, tomei meus remédios, e estou aqui de barriga vazia.... vazio... vazio...

Foda-se!

sábado, 13 de novembro de 2010

Momento deprê

Dormi na casa de uma amiga, ela tinha terminado com o boy então fui lá pra fazer compania, ultimamente eu me sinto tão bem estando sozinha, que senti a diferença estando tanto tempo com alguém, acabei que não dormi direito com uma mosca dos infernos me enchendo o saco, a cama de mola é estranha e eu não me adaptei, tinha que acordar cedo mesmo pra tomar meus remédios então decidi ir logo pra casa, cheguei umas 8 e pouco da manhã, liguei o som, joguei um pouco de poker do orkut e HA HA HA isso acabou parecendo um diário... Acabei ficando nostálgica com toda essa descrição do começo do meu dia que mal começou. A questão é que eu espero uma ligação, uma pessoa especial que não me liga, tem quem perguntei... - Porque você não liga? Há! Eu mesmo não. Eu gosto de ficar me testando, na minha cabeça é como um teste de resistência, se eu passar é sinal que eu sou capaz de viver sozinha e que não preciso de companias masculinas se é que eu mesma me entendo.

E com esse histórico de começo de dia, eu comecei a escrever aqui, tá! eu sei que tenho mil coisas pra ler, trezentos milhões de trabalhos pra fazer, minha consciência pesa eu juro! Mas minha mente ta tão perturbada com esse final de ano maldito como todos os outros 24 anos contando com os anos que eu me lembro e os anos que eu não lembro, por exemplo, o dia que eu nasci deve ter sido horrível pra mim, poxa sair de um lugar quentinho, confortável, seguro pra cair nos braços de um homem que eu mal conheço e ainda ser lavada por uma mulher que provavelmente estava alí porque era o jeito hehehe, se eu tivesse consciencia eu não ia gostar, mas enfim, deixando as viagens de lado e voltando para o ponto chave do assunto, decidi postar aqui pra vê se eu descarrego um pouco desse turbilhão de coisas que estão passando na minha cabeça.

No post anterior eu coloquei uma poesia, poema ou sei lá o quê que eu escrevi a alguns anos atrás.. é vi agora que foi em 2003... exatamente 7 anos atrás, não vou repetir o que eu ja escrevi sobre o que eu senti quando li, mas vou aproveitar esse espaço meu para colocar outra que escrevi nesse tempo também.

Susurros de Agonia

Paixão invejável que não me satisfaz
olhares ternos que me adormecia,
a chaga dilatada que aquecia,
era o sinal de que eu ainda estava viva!

A lua tão serena realçava as gotas
na superficie da minha pele amarga,
recordando a existência da minha alma maldita.

O azar é a flor do meu jardim de encantos fúnebres
onde reside a falecida liberdade da felicidade.

Lua, susurros, paixões, azar, entregues
na mão da soberada vida,
que na lutuosa força infinda,
A dor humana congregada!


Não sei mais escrever...


Aqui vai uma poesia que escrevi a alguns anos atrás.

Acabei de descobri que não encontrei a minha agenda com minhas anotações, meus segredos, meus poemas de uns 5 anos atrás... =/ Triste.

Mas acabei encontrando outra agenda que também tem umas coisas, percebi que na página que eu abri eu estava vivendo um momento muito foda, não me lembro mais sobre o que era, o motivo da minha tristeza, mas sei que se tratava de solidão....

Estação da Solidão


A temporada da saudade domina o jardim sombrio da minha vida, um jardim oculto mascarado, que está dentro de mim, movido apenas por uma ventania, uma frustração que eu própria criei, apenas para iludir-me que ainda há vida.


Eu não vou ser mais a mesma, em cada sombra vai procurar, as claridades, em cada claridade vão procurar a sombra, e assim são as estações, verei o inverno na primavera e o outono no inverno.


A insanidade agora se faz presente nos meus dias, pois confundo o luar com a claridade de um poste de rua, a vida é tediosa e assim me torno vazia e a tristeza faz parte do meu fracasso, como é tenebrosa e voluptuosa languidez das escuridão, que me acolhe como uma mortalha em seu leito lúgubre.


Não há mais motivos para praticar a existência, não há mais sorriso no teatro da vida. Não há mais companhia no jardim da vida, o jardim morto, o jardim chamado coração. 
Acho bonito apesar de ser clichês e chavões rotineiros de qualquer B-A-BA.... Mas eu não me importo muito com isso, acho bonito porque me faz sentir, me fez sentir algo, algo forte e triste, sim existe beleza na tristeza, porque para mim e para muitas outras pessoas é mergulhado nela que nos inspiramos para alguma coisa, tem gente que só consegue desenhar, pintar ou escrever quando estão tristes, o momento onde você encontra o seu "eu" interior,introspecção e devaneios....

A felicidade é linda também, faz com que transcorra adrenaliza, serotonina, dopamina em todo o nosso corpo, mas a felicidade muitas vezes é incapaz de se expressar através de algumas ferramentas artísticas, pois o sentimento por si só já se apresenta ali, muitas vezes quando estamos triste não somos percebidos como tristes, apenas tímidos, reservados ou coisa parecida, a Felicidade é extravagante, e contagiante, invasiva e efusiva, se pudesse descrever a felicidade como uma pessoa diria que a felicidade é Gay, nada contra os gay pelo amor de Zeus, mas é que por si só são pessoas contagiantes, animadas, quando chegam em algum lugar o ambiente reluz de tanta purpurina, hehehe.

Eu vejo a felicidade assim e ela é ótima, maaasss... Ela é muitas vezes traiçoeira, arranca nossos olhos, nosso ouvido e ficamos a merce desses momentos efêmeros que ela proporciona, a felicidade é tão foda que apenas alguém se encontrando em estado de gozo é incapaz de perceber que naquele mesmo instante pode está preso a uma armadinha, a felicidade pode ser vista como uma droga, aliais as drogas também trazem felicidade momentanea não é mesmo? Felicidade e prazem andam de mãos dadas não é?

Duvido que exista gente que goste de está triste, que vive bem só porque está triste... Tristeza é fundamental para o crescimento do ser humano, mas ninguém, nem mesmo os mazoquista sentem prazer estando tristes.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Egocentrismo


Tenho a impressão que depois da Internet as pessoas ficaram mais vaidosas, beem antigamente, antes da câmera digital, da máquina fotográfica etc, não existiam tantos meios para expor a beleza, ou a vaidade, claro, cada classe com suas manias, quem tinha dinheiro podia fazer um book, quem tinha oportunidade tentava o mundo da moda, a classe média talvez comprando roupas de grife, acessórios, quem sabe o corte de cabelo da moda, essas coisas, tá que hoje em dia muitas dessas atitudes ainda fazem parte da vida de muita gente, mas o que faz o mundo da vaidade se mover tão rápido e de forma tão fácil é a facilidade econômica que temos hoje em dia, para comprar uma máquina digital, acesso a internet e principalmente as redes de relacionamento que movem o mundo ultimamente, tudo hoje em dia se fala de redes de relacionameto, propagandas para rede de relacionamento, campanhas promocionais, jogos, tudo que se possa imaginar está nesse meio e o que seria das fotografias, das grifes, da moda, da pessoa famosa, sem o seu público?  Um fracasso néh!

É necessário para o narcisista que há dentro de cada um de nós, um público sequer, pode ser um pequeno público para os mais modestos ou uma grande platéia para os mais ambiciosos, mas o que realmente importa é saber que em algum lugar do mundo alguém vai ler o que escrevemos, alguém vai ter uma opinião, vão nos achar feios ou bonitos, atraentes ou normais, burros ou inteligentes, é impossível alguém falar que não se importa com a opinião alheia, o ser humanos sempre vai se importar, a diferença é que para cada clã essa opinião terá um peso diferente e tudo irá tender para a busca incansável da auto afirmação.

Então eu percebo que nesse episódio de nossas vidas, nesse pequeno momento que se ramifica em tantos outros que passamos diante de tantas situações se simplifica em egocentrismo, preocupar-se em está bela, atraente, inteligente, sexy, culta, sábia, magra, em forma, etc, a princípio pode parecer que isso seja para os outros e na verdade a principio é de fato para os outros, mas em conseqüência para que se sinto bem e se auto afirme com o ideal que se criou.

A psicologia diz que o egocentrismo "se caracteriza pela fantasia de imaginar que o mundo gira em torno de si, tomando o eu como referência para todas as relações e fatos. Uma pessoa egoísta pode não ser egocêntrica, uma vez que luta para fazer com que os fatos se amoldem a seus interesses. A pessoa egocêntrica é egoísta, no sentido de que não consegue imaginar que não seja ela a prioridade no mundo em que vive. O egocentrismo é próprio da infância, como passagem para que a criança possa aprender a noção de referência a partir do eu e então aprender a criar outras referências que não o si mesmo."
Não sei muito sobre filosofia, até já pensei em fazer quando tive aulas na faculdade e conversando com alguns amigos que fazem, mas acabo que fico com medo de pensar demais nessas coisas, quando isso me acontece fico meio doida acho as vezes que minha mente é fraca pra tanta coisa perturbadora que tem nesse mundo de desmistificações.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Low Profile

Pensei em colocar como títulos - "Essas merdinhas de internet", mas ia ficar muito "blasé", então decidi fazer um post falando sobre isso...

A questão é que toda vida que saio com meus amigos eu aprendo alguma novidade no que diz respeito as gírias da atualidade, no tempo dos meus pais era engraçado, quando um cara era gato chamava de pão, bacana, boapinta, certinha, tremendão, chocante, hoje em dia falam cera, gato, filet etc.. eu não saco muito dessas paradas então não vou ficar preenchendo linguiça nesse treco.

Só sei que a cada dia fica difícil de socializar, imagina você está em uma mesa e as pessoas começam a conversar com essas gírias virtuais malucas, dai você fica boiando, viajando na maionese, na terra do nunca, no mundo da lua, tentando assimilar ou associar as frases pra não parecer uma perdida no mundo, é assim que eu fico as vezes, a diferença é que eu acabo perguntando mesmo, desde quando eu era pequena minha mãe falava que se eu não sei alguma coisa eu deveria perguntar a professora, disse que assim eu saia ganhando e dane-se as pessoas que zoassem com a minha cara... bem, eu levo isso até hoje a diferença é que não precisa ser propriamente um professor, pode ser um amigo, um namorado, um colega, um mendigo, um doido, não importa eu pergunto mesmo, se depois eu for vista com lezada, er.. tudo bem o importante é que alguma coisa eu aprendi néh.. da próxima vez eu não corro o risco, o outro problema é que sempre tem alguma gíria que eu não to sabendo, uma vez eu estava entre alguns amigos gays, e passou uma mulher e um deles comentou: - Aquela fulaninha está cansada. O.o kkkkkkkkkkkk eu rir pra não perder a piada, mas depois eu falei, "cansada" porque? bem eles olharam pra mim com aquela cara de pqp tu não sabe? é.. eu falei que não sabia... depois aprendi e entendi que "cansada (o)" pode ser uma pessoa, uma roupa, um corte de cabelo, uma comida, um lugar, uma série de coisas...

Engraçado também são as gírias de cada estado, são as mais engraçadas, talvés por não ser tão do nosso costume fique mais engraçado ainda...

A ultima que eu aprendi foi Low Profile, alguem disse que um amigo meu era low profile e que por isso todo mundo quer pegar ele, claro que todo mundo é um exagero, mas todos de um meio no qual andamos quer pegar ele...
Ele me explicou o que era, mas depois fui procurar no sr. google para me ater melhor do que se tratar o termo.

Low Profile: É um termo usado para indicar as pessoas que não gostam de aparecer na mídia, ou que não gostam de ser "faladas". Não é humildade, é discrição mesmo. É um termo mais usado no mundo artístico. As celebridades "low profile" não costumam aparecer em revistas ou programas de fofocas.

É basicamente isso, vivendo e aprendendo sobre inutilidades úteis da cadeia social...


quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Política

Não me lembro muito bem de quantas campanhas políticas eu já vivenciei, provavelmente nenhuma tão fervorosa como a dos tempos dos meus pais, onde o governo era basicamente liderado pelo regime militar. 

3 de outubro de 1966 - presidente eleito - Costa e Silva.

Meu pai tinha a minha idade e era cheio de idéias revolucionárias na cabeça, acho que nessa época ele vivia no Rio de Janeiro onde meu avô morou um tempo e mora até hoje com os seus quase 90 anos.
Quando esses mesmos burgueses, homens liberais, ricos ou escolha você outra palavra semelhantem decidem fazer doações e caridades filantrópicas, ou simplesmente doam dinheiro para alguma instituição eles são vistos pelas mesmas pessoas que apontaram o dedo como caridosos, bondosos e humanos. Acho que funciona mais ou menos assim, existe os ricos bonzinhos e os ricos malvadinhos, o problema é que hoje em dia quem tem dinheiro passou a ser sinônimo de pessoas más, afinal existe a descentralização do poder, do capital, existe a pobreza, a miséria etc... Mas as pessoas esquecem de lembrar que a riqueze nem sempre nasce da mentira, nem sempre nasce das falcatruas e da corrupção, não acho justo generalizar assim, provavelmente existem pessoas honestas que subiram do zero, conheço algumas até.. então é justo essas pessoas honestas pagarem pela miséria e sofrimento das outras? A humanidade não é perfeita, não é linda e infelizmente nossa política não é um mar de rosas, não adianta defender um partido ou um político porque é impossível saber como será o poder na sua mão e como ele irá levar a diante 4 anos de poder.

Não vou falar em quem vou votar no dia 31 de Outubro, não preciso e o voto é secreto mesmo, e mesmo que eu falasse ninguem ia ler isso então de toda forma não vou falar nada.

VIVA A DEMOCRACIA!

































segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Música e cinema


Duas coisas que não da pra viver sem.
Eu não sei se isso acontece com todo mundo, mas ao ouvir uma música boa sinto minha alma limpa, na música volto no tempo, música me faz chorar, me faz pensar, me faz sorrir...

Sempre desde pequena eu gostei de música, adorava ouvir a rádio e quando eu aprendi a gravar músicas, isso virou um hobbie, eu pegava as fitas do meu pai e saia gravando por cima, lembro que na época eu gostava de skank, paralamas do sucesso, hansons, spice girls, backstreetboys, eu devia ter mais ou menos uns 11 ou 12 anos. Quando era menorzinha ainda gostava das músicas da Angélica, nunca gostei muito da xuxa sabe... preferia a Mara maravilha.. hehe Trem da alegria eu num lembro direito, minha mãe disse que eu escutava e cantava hehehe. Acabei de lembrar de uma fita da Angelica que eu tinha, eu ficava ouvindo no carro da minha mãe, teve uma época que eu quebrei o som da minha casa e como castigo meus pais não compraram um novo, devia ser na época da inflação e as coisas eram muito caras então eu passei um tempão ouvindo música no som do carro, mas voltando ao assunto a fita da Angelica, me lembro que não sei como perdi essa fita e chorei horrores por causa dela hehehe eu era bem pequena mas lembro que chorei muito.

Ainda bem que a gente cresce e vamos aprendendo a filtrar as coisas boas, as pessoas legais e nossos gostos vão se refinando, não sei o que me fez levar a hoje em dia ter esses gostos musicais, algumas das minhas amigas de infância hoje são pagodeiras, forrozeiras, sertanejeiras etc, eu dentre as poucas amigas de infância que tenho contato tive o privilégio de apreciar um bom som, não sei se me atrevo a dizer que gosto é como cú, todo mundo tem um e não se pode julgar, mas é impossível não criar estereótipo de alguns gostos e através da música da pra saber algumas coisas bem interessantes de uma pessoa. Não vou entrar nesse assunto agora, abaixo duas referências musicais do antes e depois:

Uma música do meu tempo de infância: Angelica - Vou de Taxi

Uma música que gosto Hoje: Garbage - I Just Wanna Have Something To Do

Cinema também acho muito parecido com a música, nos causa emoções fortes, boas, tristes, mas pra mim o mais importante é transmitir emoção, já discuti com algumas pessoas que vieram falar mal de filmes pra mim, eu não gosto muito de falar mal de filmes apesar de as vezes me pegar fazendo algum comentário bobo e desagradável, não vou partir para o relativismo aqui falando desse jeito, a questão é que pra mim filmes são feitos para entreter, se ele conseguiu ter essa função é sinal que teve exito, se ele não conseguiu é porque ele não é tão bom para isso, existem vários tipos de gêneros de filmes, romance, ficção, drama, terror, suspense, os gêneros servem exatamente para agradar diferentes pessoas, se dentro de um gênero o filme não consegue manter a atenção do espectador é sinal que ele é um fracasso, se isso acontece com uma pessoa e o filme é visto como ótimo é sinal que a pessoa procurou o filme errado, não faz parte do genero que ela gosta, se o filme não prende a atenção de mais de uma pessoa é sinal que o filme é ruim mesmo para aquele gênero, porque não é comum mais de uma pessoa assistir filmes de um gênero que não condiz com seus gostos. Estou falando isso porque assistir star wars e achei um lixo, acabei dormindo no cinema e realmente não consegui acompanhar a história, pode ser que eu tenha visto numa idade que não entendia muito bem das coisas, lembro que quando assisti era muito pequena, mas a verdade é que nunca gostei de filmes de espaço, naves, coisas extra terrestres etc, sempre achei isso sacal demais, pra mim o filme fui horrível, cansativo queria sair logo do cinema, mas eu sei que existem milhares de pessoas que são desesperadas por esse filme.

Quando eu era pequena ADORAVA assistir filmes de terror, lembro que o meu pai me chamava pra assistir filme do bicho, era mais ou menos assim: "- Bóia Tataia atiti o filme do bicho". hehehe e eu ia super feliz porque ficava até tarde acordada, isso atrapalhou muito, mas muito mesmo o meu sistema biológico, durante muitos anos e ainda atrapalha, mas não me arrependo de ficar assistindo sexta-feira 13, freddy krueger, Chucky etc... Achava o maximo, não sei as outras crianças, mas eu adorava coisas de terror, dia das bruxas, ET's etc. E isso influenciou muito no que eu sou hoje, talvés seja isso que tenha contribuido até para meus gostos musicais.

Hoje em dia eu ando meio fissurada em filmes antigos, Ingmar bergman, Stanley kubrick, Bernardo bertolucci, Georg Wilhelm Pabst, alguns citados nem são tão antigos, mas a questão é que sou apaixonada por filmes que expressão as relações humanas de forma escancarada, rompendo as barreiras da moral social, expondo a natureza humana como tal, na sua agressividade, sua fragilidade, medos, compondo a visão do amor, ódio, sentimentos polêmicos e tão primitivos. Gosto também de filmes de romance, ainda gosto de terror e suspense, mas não tanto como os antigos.

Trailer dos meus filmes prediletos:

Caixa de Pandora (Luise Brooks)  Ao som de Mr Brightside - The killers.

Instinto Selvagem

Os sonhadores

O Exorcista




 




sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Dores que parecem mentiras

Eu tenho uma doença auto-imune e o que é ter uma doença auto-imune?

A Doença auto-imune ocorre quando o sistema de defesa perde a capacidade de reconhecer o que é "original de fábrica", levando a produção de anticorpos contra células, tecidos ou órgãos do próprio corpo.
Leia mais:
http://www.mdsaude.com/2008/10/doena-auto-imune.html#ixzz137CiOqpp

Claro que existe uma relação de doenças auto-imunes, como:

- Esclerose múltipla
- Tireoidite de Hashimoto
- Artrite reumatóide
- Hepatite auto-imune
- Doença de Crohn 
- Doença celíaca
- Esclerodermia
- Vitiligo
- Lúpus 

 O que está vermelho é exatamente o que eu tenho, então eu fui sorteada, fui a IN felizarda de Deus pra ganhar dois coelhos em uma cajadada só, Artrite e Hipotireoidismo... Claro que eu já passei da fase de ficar me lastimando por ter essas doencinhas marotas, eu já aceitei e olha que nem demorou muito pra isso, no começo eu chorava, queria me matar, achava que minha vida era uma merda, e também não era pra menos, mal conseguia da o laço no cadaço do tênis pra ir ao colégio, acordava todo dia sentindo dores no corpo toda, mais parecia que o cão, o satanás saiu do seu trono de ossos lá no inferno só pra colocar a mão maldita dele em mim e me deixar semi incapacitada, pode parecer exagero, mas na verdade era um exagero eu sentir tanta dor. Descobriram esse troço quando eu tinha 10 anos de idade, claro que o que me incomodava mesmo era a artrite, a hipotireioide nunca foi problema, com excessão da queda de cabelo que eu tinha e da minha obesidade que na verdade mais parecia um balão inflável hehehe não me incomodava tão, o pior de tudo era a MALDITA artrite reumatóide Juvenil, nome grande tal como as dores finas que causava nas minhas articulações.

Na época minha avó que andava no centro espírita dizia que era espíritos pertubados que se encostavam em mim para fazer o mal, como forma de chamar atenção e serem ajudados, eu com 10 anos acreditava até em papai noel, vampiros, espíritos, bicho papão, era uma completa songa monga, e acreditava demais nessas coisas, ia para o centro espírita com ela, tomava passe, acha muito massa, sentia vonta de dormir, me sentia protegida vendo aquelas pessoas que nunca me vira na vida colocando a mão sobre a minha cabeça e rezando. Eu também adorava assistir as palestra, era basicamente um discursso de auto-ajuda, saia de lá calma, determinada, feliz... claro até a dor voltar hehehe e bastava passar algumas horas sem tomar o remédio que a dor vinha com tudo.

Eu acho que muitas das minhas frustrações por conta da doença não era apenas pela dor e pela minha impossibilidade de fazer determinadas coisas, como o karatê que eu tive que abandonar, mas as pessoas que me cercavam que achavam que era frescura minha, achavam que eu exagerava, que era preguiça e coisas do tipo, gente não tem coisa pior do que vc ta morrendo de dor e alguem falar que é frescura, exagero etc... No colégio eu faltava muito quando estudava de manhã, existe a dor matinal, e devido essa frieza da manhã eu acordava muito mal, então eu faltava, melhorava a tarde e no outro dia eu já estava beem melhor, as pessoas saudáveis não entendem isso e ficam pensando que é mentira, ÓDIOOO QUE EU SENTIAAAA! Chorava de ódio e desejava que essas pessoas sentissem o que eu sinto pelo menos uma vez na vida como no momento das minhas crises pra ver se elas conseguiriam pelo menos se levantar da cama.

O título eu acho que não fugi tanto dessa vez... As dores precem mentiras porque não há nada em evidencia para provar a minha dor a não ser minha palavra, então eu me passo por mentirosa nos lugares quando falto, quando me atraso, quando na verdade to morrendo dentro de casa....

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Projetos

Ando preocupada com projetos...

Projeto de pesquisa;
Projeto de vida;
Projeto de casa nova;
Projeto de relacionamentos;
Projeto de emprego;

Tudo isso anda martelando na minha cabeça, mas o que mais tem me deixado perturbada é o projeto de pesquisa mesmo, estou prestes a me formar e ainda não decidi exatamente sobre o que falar no bendito projeto, as vezes me sinto um escritor frustrado cheia de idéias e coisas legais na cabeça sem saber como me expressar, dai acabou de assistir um filme que me inspira, me deixa cheia de vida, sinto vontade de explodir de tanto ânimo, mas quando penso em colocar num papel, me falta as palavras, me fata o tesão de exprimir isso, quando eu paro pra pensar que a 10 anos atrás eu andava com um diário a tira colo e tudo que eu pensava e sentia colocava ali, coisas banais do dia a dia, coisas legais, lembranças materiais, lembranças emocionais em forma de palavra e hoje em dia eu tenho dificuldade de escrever um poema, um maldito tema de monografia, será que eu estou me abestalhando como diria o tão querido deputado FEDERAL Tiririca?

Eu não sei, vai ver preciso voltar a ler mais... e mais uma vez me pergunto, será que eu uso o tempo como desculpa para não ler, será que sou viciada em internet a ponto de todas as minhas horas vagas não ter tempo pra ler, será que eu deixei de gostar de ler? 
Mas se eu não gostasse de ler será que eu teria saco pra assistir filmes legendados? Porque só assisto filme legendados.... Eu não sei... Vai ver eu me acomodei na idiotice virtual... O fato é que essas mistura de lembranças e sentimentos me faz perceber que eu ando mesmo é sentindo falta dessa vaidade intelectual... Dominar um assunto por mais banal ou por mais filosófico que seja ele, só pra mostrar a mim mesma e a quem estiver me ouvindo que EU SEI O QUE EU TO FALANDO... 

Quando paro pra pensar assim percebo o quanto ridículo é isso e ao mesmo tempo o quanto é importante ter isso nos dias de hoje, afinal eu não quero pessoas idiotas perto de mim, não quero pessoas que fuja totalmente das minhas afinidades, até porque pessoas em comum a mim aqui onde eu moro já é difícil, então é necessário estipular esse estereótipo e mesmo assim como eu quebro a minha cara!! Vai ver acabo sendo exigente demais com as pessoas, acabo enjooando delas, as vezes me sinto mal com isso, mas vai ver também que esse é o problema de ser mulher, Tem quem chame isso de TPM, eu acho que se for TPM eu tenho o mês inteiro, olha que engraçado comecei falando sobre projetos e acabei entrando num assunto que não tem nada a ver, acabou que eu encontrei o meu umbigo...

Poderia mudar o título para: Falando de mim.. Mas deixa assim mesmo o importante disso tudo é transformar essa bagaça em uma descarga, onde toda vez que eu aperto enter eu puxo a cordinha...

Pedaços de Mim


  


















Eu sou feito de
Sonhos interrompidos
detalhes despercebidos
amores mal resolvidos

Sou feito de
Choros sem ter razão
pessoas no coração
atos por impulsão

Sinto falta de
Lugares que não conheci
experiências que não vivi
momentos que já esqueci

Eu sou
Amor e carinho constante
distraída até o bastante
não paro por instante

Tive noites mal dormidas
perdi pessoas muito queridas
cumpri coisas não-prometidas

Muitas vezes eu
Desisti sem mesmo tentar
pensei em fugir,para não enfrentar
sorri para não chorar
                                                                                    
Eu sinto pelas
Coisas que não mudei
amizades que não cultivei
aqueles que eu julguei
coisas que eu falei

Tenho saudade
De pessoas que fui conhecendo
lembranças que fui esquecendo
amigos que acabei perdendo
Mas continuo vivendo e aprendendo.

Martha Medeiros

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Continuando o assunto anterior...

Acabei de assistir um filme Lua de Fel, conta a história de dois casais que estão em uma viagem em um cruzeiro, porém um desses casais possuem uma história bem diferente, como havia falado o amor ultrapassou as barreiras da paixão, na verdade já não sei dizer se aquilo era ódio, compaixão, loucura ou doença mental, mas de fato esse filme me fez encarar alguns fatos da minha vida... Mais uma vez a pieguice mostrando as caras, e quem nunca chorou assistindo um romance daqueles nojentos tipo Romeu e Julieta? 

Quem nunca se parou assistindo a novela das oito, ou se emocionando com uma bobageira dessas que passa no Fantástico? 

Desculpa, mas eu não vou bancar a intelectual e ser hipócrita pra dizer que em algum momento na minha vida essas coisas não mexeram comigo. Mas voltando ao assunto sem entrar em muitos detalhes, quem já assistiu esse filme talvez tenha uma leve noção do que eu estou falando, estou falando de desapego, desespero, "amor", piedade, loucuras, sexo, tesão, entre outras palavras que podem descrever momentos atordoados no qual eu passei durante os meus 10 anos de vida no que diz respeito a relacionamentos, dos mais intensos aos mais desapegados.


















Ver sinopse do Filme

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Café Filosófico comenta sobre o Filme

Amor e ódio

Para dar Início a este blog, pensei em falar sobre um sentimento no qual não conseguimos viver sem, Quando somos crianças ouvimos tanto as pessoas falando no amor, ouvimos nossos avós, nossos pais, tios, todo mundo fala que nós ama, mas ainda não somos capazes de entender este sentimento.

O amor anda muito ligado a sentimentos obscuros, algumas pessoas acabam confundindo o amor com paixão, com obsessão, com possessão, mas na verdade amar na realidade ao meu ver é exatamente o contrário disso... Amor verdadeiro é libertação, quando amamos nós cuidamos e esquecemos que a pessoa amada nasceu apenas com um cordão umbilical pregado em alguem, depois desse rompimento nada e nem ninguem é capaz de segura-la. E o amor faz essa confusão em nossa mente, o medo de perder, a paixão que normalmente vem colada a ela nos faz esquecer que amar é encontrar a felicidade nas pessoas que possuem o poder de nos derrotar, de nos destruir, o amor mata, o amor é forte o suficiente para destruir uma país, tem quem diga que o oriente médio vive em guerra por ódio, mas na verdade é o amor fervoroso em suas crenças que fazem esses povos a assumir um papel tão perturbador na terra.

Não posso negar que isso acontece, crimes passionais, suicídios, tortura psicológica pode começar com apenas uma palavra: AMOR!


Só não concordo que isso seja saudável e concerteza não desejo isso pra vida de ninguem.